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Wilson das neves frente

Rapeize, boas!

Bom, nossa noite sera acompanhada desse grande disco do Excelentíssimo Wilson das Neves.

“Samba Tropi” não é nada demais; é apenas como eu chamo essa “onda”  que o Jorge Ben está criando e que é uma mistura de samba com “beat” e “blues”, e como eu quero sempre estar por “dentro”, preste atenção, gostei, e junto com esta “patota” de músicos, passamos o “embalo” do Jorge para o instrumental. Acho que vai dar o “maior pé”. (“até ai morreu Neves”). Wilson das Neves.

 

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Entrevista de Wilson das Neves para a Ilustríssima da Folha de S. Paulo.

NO CAMARIM, MEIA HORA antes do show de lançamento de seu novo CD, perguntam a Wilson das Neves, 74, se ele está preparado. Como é de praxe, o músico responde em cima: “Eu já nasci preparado”.

Parece soberba. Mas, quando está no palco, ele aproveita várias brechas para se desmerecer. “A gente não faz nada sozinho. Tem gente que acha que faz e acaba em Bangu [presídio do Rio]. Eu não sei nada, sou um mané.”
Com o seu habitual poder de síntese, é Chico Buarque quem aproxima os dois polos característicos do baterista que o acompanha há 23 anos -somados aí os interregnos dedicados à literatura.
“Quando você elogia o Das Neves, ele se sai com um dos seus bordões: ‘Quem me ensinou sabia’. É uma resposta na medida entre a falsa e a verdadeira modéstia. Requer humor e sabedoria”, diz Chico.

Wilson na batera

ARTIGOS E ADJETIVOS Humor e sabedoria são dois substantivos fartamente usados quando se fala de Das Neves, alcunha pela qual é conhecido por toda a boa música brasileira. Outros substantivos costumam vir acoplados a artigos e adjetivos que tentam dimensionar o tamanho do artista, e aí fortalecem o polo da soberba.
“Ele é ‘O’ baterista, daqueles que criaram escola. Gravou com todo mundo importante da música nos últimos 40 anos”, afirma o violonista e compositor Cláudio Jorge, parceiro de Das Neves. “É o nome mais importante da bateria no Brasil. O que Art Blakey é para o jazz, ele é para o samba”, compara Zero, um dos principais percussionistas do país.
“É um mito na história da música”, diz o afilhado (de consideração, não de crisma) Marçalzinho, outro craque da percussão.
Se Das Neves tivesse chegado aos 74 anos com esse reconhecimento todo como baterista, já não seria pouco. Mas nos últimos anos ele também vem sendo saudado como cantor, compositor, ídolo de DJs europeus e ator, além de ser tema de um documentário.
As “flores em vida” que Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito reivindicavam no samba “Quando Eu me Chamar Saudade” estão chegando para ele.
MILES DA ZONA NORTE Parte da explicação está no seu poder de reinvenção. Neste sentido, é uma espécie de Miles Davis de São Cristóvão, o bairro da zona norte carioca onde nasceu e começou a se engraçar com a música. Ou melhor: “Não fui eu quem quis tocar. Ela é que se engraçou comigo”.
Das Neves poderia ter se contentado em ser um ótimo baterista de orquestras de bailes. Foi vendo um deles em ação, o Suruba (o nome real e a origem do apelido não ficaram registrados na memória), que Das Neves se encantou pelo instrumento. Tinha uns 10 anos e só podia ver. “Não mexa no meu ganha-pão”, martelava Suruba.
Eram comuns os bailes no salão de sua tia, na praça Tiradentes – antes de anoitecer, usado para aulas de costura; depois, para “comemorar até aniversário de papagaio”-, e, por isso, não faltaram oportunidades. Outro baterista, Edgar Nunes Rocca, o Bituca, o estimulou a mexer no instrumento e estudá-lo. Na escola Flor do Ritmo teve aulas, e aos 18 anos iniciava a carreira em bailinhos em Realengo, na zona oeste. “Se hoje é longe, imagina naquela época!”, faz graça. “Até chegar a Copacabana, demorou muito.”
COM O PAPA Mas chegou, assim como chegou às rádios do centro da cidade, inclusive a mais famosa de todas, a Rádio Nacional, de onde foi artista contratado. Um amigo lhe disse um dia: “Você vai conhecer o papa”. Era Luciano Perrone (1908-2001), o primeiro grande baterista de samba.
“Ele mostrou que bateria é música. Antes dele, a orquestra eram 20 músicos e um baterista”, lembra Das Neves.
Mas não bastava ser o rei das baquetas nos bailes e nos conjuntos de rádio. Foi ser o preferido dos cantores nos estúdios. Ataulfo Alves era um que não gravava sem ele. “Chama o Wirsho. Se Wirsho não pode, pasha para outro dia”, Das Neves imita o mestre.
Nos discos de samba dos anos 60 e 70, é difícil não ver nos encartes “bateria: Wilson das Neves”. A seu lado, amigos como o trio de ouro dos percussionistas: Luna, Marçal e Elizeu.
CULT NA EUROPA Das Neves participou de discos predominantemente instrumentais que se tornaram tesouros em sebos. Um deles, “Os Ipanemas” (1964), foi descoberto pelos moderninhos europeus do século 21, tornou Das Neves cult na Inglaterra e na Holanda e permitiu a recriação do grupo, com nova formação, e a gravação de cinco CDs para o mercado externo.
“Juventude 2000” (1968), os dois volumes de “O Som Quente É o Das Neves” (1969 e 1976) e “Samba-Tropi – Até Aí Morreu Neves” (1970) foram outras mostras da versatilidade do músico, além do disco que dividiu com Elza Soares numa época (1968) em que era quase impensável uma cantora repartir a capa com um baterista.
“Quando eu dei a ideia, o diretor da [gravadora] Odeon virou para mim: ‘Como? É loucura!’. Mas nada do que eu faço é comum. Se ele [Das Neves] quiser repetir, estamos aí. É o grande baterista do Brasil”, exalta Elza.
É TUDO SAMBA Por causa desses trabalhos dos anos 60 e 70, Das Neves volta e meia é associado a sambalanço, samba-rock e demais variantes surgidas naquele período. Não é uma ligação que o deixe muito animado.
“Isso não existe. É tudo samba. O que é bossa nova? É samba. Inventam esses rótulos para vender. Mas música é simples. É que nem no futebol: não tem negócio de 5-4-4; é 11 contra 11. É que nem com mulher: tem que chegar na hora e apresentar a arma”, endurece, sem perder a ternura.
Ele também não quis ser músico de estúdio e foi acompanhar cantores nos palcos. Entre outros, Wilson Simonal (“um entusiasmado”, no sentido de marrento, falastrão), João Nogueira e Elis Regina, com quem chegou a passar três meses na Europa. Foi uma das várias vezes que foi sondado para ficar morando no exterior.
“Lá tem Flamengo? Tem Império Serrano? Então, o que eu vou fazer lá? Não me tira daqui, não”, justifica as recusas. Aqui no Brasil, já entrou em estúdio com Sarah Vaughan, Michel Legrand, Paul Simon, Sean Lennon e outras estrelas internacionais.
O CHEFIA Também acompanhou, em palcos diversos, “os três cantores que mais respeitam os músicos”: sua grande amiga Elizeth Cardoso, Ney Matogrosso e Chico Buarque, a quem trata como “o Chefia”. “O cara é o cara. Não é estrela, fica no mesmo hotel e a gente ainda recebe adiantado. Pode até nem ir tocar”, brinca. Com “o Chefia”, fez uma parceria, “Grande Hotel”, e lhe deu duas melodias que ainda não ganharam letra. “Só tenho uma, mas tem gente que não tem nenhuma e quer ter meia. Já estou na história. Quando contarem, vão ver que ele fez música com esse crioulinho aqui”, orgulha-se.
“Hoje, não subo ao palco sem ele. Camarim dos músicos, sem o Das Neves, não é camarim”, escreveu o compositor Chico Buarque no encarte do mais recente CD do amigo, “Pra Gente Fazer Mais um Samba” (MP,B). “Ele é o pulso da banda, termômetro, técnico do time, rei da anedota e pajé.”
COMPOSIÇÃO Pouca gente sabia até 1996, mas Das Neves se atrevia a compor desde os anos 70. Duas décadas depois, mostrou a Esdras Pereira, da gravadora Cid, parcerias suas com o letrista Paulo César Pinheiro. Era para algum cantor interpretar, mas foi convencido a ser o intérprete ele mesmo.
Nascia aí o CD “O Som Sagrado de Wilson das Neves”, puxado por “O Samba É Meu Dom”, clássico instantâneo que cativou jovens fãs e intérpretes, como Fabiana Cozza e Moyseis Marques. Em 2004, ele lançou mais um disco: “Brasão de Orfeu” (Biscoito Fino).
“No primeiro, eu ganhei o Prêmio Sharp de revelação. No segundo, fui indicado ao Grammy Latino. Agora eu quero o Oscar”, diz.
Além do parceiro mais constante, Paulo César Pinheiro, “Pra Gente Fazer Mais um Samba” traz letristas como Arlindo Cruz, Roque Ferreira e Nei Lopes. Este comparece com “Assédio”, cujos dois versos finais foram ditos pelo cantor Cyro Monteiro (1913-73) à colega Ivete Garcia, num corredor da Rádio Nacional, segundo relato de Das Neves: “Ele dizia para a Ivete: ‘Não precisa ser hoje nem amanhã, pode ser um dia. Mas quando você não se quiser mais/ Se dê um pouquinho pra mim’.”
ZEN-SAMBISMO Foi sua aparição como cantor e compositor, já aos 60 anos, que fez a juventude da Orquestra Imperial (Kassin, Moreno Veloso, Domenico, Thalma de Freitas, Nina Becker etc.) se aproximar dele. No início, era convidado para interpretar seus próprios sambas.
Em seguida, como os músicos eram fãs do Das Neves baterista, passou a dar canja com as baquetas. Logo depois, recebeu o convite (“Gosto de ser convidado. Por isso é que nunca sou barrado”), virou mais um integrante da banda e deixou de ser chamado de “seu Wilson”.”Era uma turma de amigos e ele entrou para essa turma. Hoje, é o primeiro a chegar e o último a sair. É quase um guru”, diz Kassin, 36, produtor de Caetano Veloso, Los Hermanos, Vanessa da Mata e outros.
Um guru que, segundo Kassin, poderia escrever um livro de “zen-sambismo”. A sabedoria tão exaltada por todos à volta começa com seu pai, Heráclito das Neves, pernambucano que chegou ao Rio para servir o Exército, apaixonou-se por uma baiana e nunca mais foi embora, tornando-se funcionário de companhia telefônica.
“Tenho tudo o que quero porque não quero nada” é uma das frases de Heráclito que o filho carrega como um brasão. “O importante não é você, mas o que você faz” é outra.
FRASISTA Já que não era músico -e, mesmo assim, teve ainda outros dois filhos bateristas: Alberto das Neves, já morto, e Walter das Neves, que vive na Bélgica-, o pai legou a Wilson o talento de frasista.”Ninguém inventou nada. Só estou falando porque alguém me ensinou a falar. Senão, eu era mudo.”
“Passar o que sabe para os outros é obrigação. ‘Sei tudo’, e aí? Vai levar para o caixão? É preciso servir de veículo.”
“Gosto de ver como os jovens me respeitam. Mas não sou mestre de nada. Sou eterno aprendiz. Não sabem o quanto eu aprendo com eles.”
“Não sou velho. Velho é o mundo. Cheguei, ele estava aqui. Vou embora, ele vai ficar.”
Humor e sabedoria. Mas como mantê-los quando a vida te rouba dois dos quatro filhos, um prematuro e outro já jovem, jogador de futebol, que morreu num acidente de carro?
“Se eu pudesse trocar de lugar com ele, trocava. Mas não posso. Então, o negócio é seguir”, afirma, na sala de sua casa, na Ilha do Governador (zona norte), enquanto olha para a foto do filho.
Diz não se lembrar da data da morte dele, o mesmo valendo para os pais. “Eles continuam comigo.
De vez em quando, fecho os olhos e vejo as pessoas. É como a Elizeth dizia: ‘Foi viajar para o Japão e não sabe quando volta'”, explica Das Neves.
NÃO AOS SOLOS Essa visão de mundo também se dirige à música, tornando mais claro o “zen-sambismo”. Jamais se ouviu, em discos e shows, Das Neves pondo a bateria na frente do cantor e dos outros músicos, fazendo viradas espetaculares, jogando as baquetas para o ar.
Seu propósito, encorpado em décadas vividas em orquestras e bandas, é ser a base do conjunto sonoro. Como todos dizem, ele toca para a música. Quando lhe pedem um solo, avisa: “Não vim aqui para isso”.
Isto não significa, no entanto, que seja difícil perceber quando é ele que está no instrumento. A sua virada nos pratos, fora do tempo da música, a maneira de usar o chimbau (pratos que se chocam, também chamados hi-hat, que fazem o contraponto) e a própria sutileza ao tocar são muito características do baterista.
“É a postura, a elegância. Parece que nada está acontecendo, e está acontecendo tudo”, diz Marçalzinho, que ia para os estúdios ainda criança ver o pai, Mestre Marçal, tocar com Das Neves.
“Ele não sua”, resume Kassin.
“Ele toca pouco”, sussurra o percussionista Don Chacal, que com ele aprendeu muito de seu estilo econômico.
“E o silêncio que ele põe no prato…”, sorri outro discípulo e compadre afetivo, Zé Trambique.
“Eu toco bateria, não bato. Meu instrumento não apanha”, gosta de dizer Das Neves.
Coerente, o músico nunca se preocupou em ter uma miríade de peças à sua volta, como costumam fazer os bateristas de rock. A estrutura praticamente não muda desde o início da carreira: um bumbo, um surdo, um tom-tom (a maioria usa dois), uma caixa, dois pratos e o chimbau.
“Continua a mesma coisa. Só tenho dois braços”, explica, fazendo ar de desolado.
VOZ DA ALMA É de imaginar que Das Neves não seja fã das baterias eletrônicas. Músicos contam que ele nem aceita gravar quando chega ao estúdio e a engenhoca montada é desse tipo.
“Na bateria eletrônica, quem é o baterista? É o cara que liga a tomada. É efeito, não causa. Não tem coração pulsando. Música não é máquina, é a voz da alma, é sentimento”, encanta ele, sempre repetindo que a bateria é para ser sentida, não ouvida.
Não surpreende que, ao ser perguntado por colegas que tocarão com ele o que devem fazer, diga coisas como “vai lá e faz” ou “faz aquilo que você faz sempre”. E, se não for obrigado, dispensa ensaios, passagens de som e outros cuidados.
“Escalaram um violonista para tocar com ele num show, e o rapaz ligou dizendo que queria estudar as músicas. Das Neves ficou bravo: ‘Não quero esse mais, não'”, conta o baixista Jorge Helder, que também toca com Chico Buarque e escolheu o baterista para ser o padrinho de sua filha, Carolina.
Em outro show, o violonista também era desconhecido. Chegou todo estiloso, de óculos escuros, mas começou a incomodar Das Neves com os erros cometidos. O cantor foi perguntar o que estava acontecendo, já que as partituras estavam à sua frente. “Eu sou cego”, esclareceu o músico.
Tantas histórias explicam o título de “rei da anedota”. Bia Paes Leme, tecladista de Chico Buarque e que costuma integrar o coro feminino (as “nevetes”) dos shows de Das Neves, conta que ele brinca muito, mas está sempre cuidando de todos.
“Sorria, você está sendo filmada”, costuma dizer à “abelha-rainha”, como ele chama Bia, única mulher do grupo.
Outra “nevete”, Mariana Bernardes, sofria quando o pai, o saxofonista Marcelo Bernardes (outro que toca com Chico), estava no palco em shows de Das Neves. “Para comer a princesa, tem que matar o dragão”, e apontava o saxofonista.
Ô, SORTE! O humor que dribla as adversidades embasa o mais característico de todos os bordões do músico: “Ô, sorte!”. Surgiu nos anos 70, sempre que ele encontrava com o cantor Roberto Ribeiro (1940-96) na quadra da escola de samba Império Serrano, em Madureira (zona norte).
“Era como se a gente dissesse ‘ô, sorte de ser imperiano’. Ele morreu, eu fiquei com o bordão. É um agradecimento à vida, a meus orixás, a tudo”, conta Das Neves diante de uma imagem de Ossain, orixá das matas.
A paixão pelo Império nasceu junto com a escola, em 1947, quando a mãe já o levava para ver os desfiles de Carnaval. Maria de Lourdes ingressou na ala das baianas, e o filho se tornou um componente apaixonado da agremiação de Madureira, como comprovam suas músicas “Imperial” e “Velha Guarda do Império”.
“Sou Império Serrano neste mundo e no outro”, eterniza.
Suas muitas paixões são a matéria-prima do documentário “O Samba É Meu Dom”, que o mineiro Cristiano Abud está realizando. O diretor acompanhou as gravações de “Pra Gente Fazer Mais um Samba” e quer agora filmar, em torno de Das Neves, numa espécie de “jam session”, uma penca de músicos e compositores. “Com Wilson, aprendi a beijar meus amigos no rosto, como fazia com meu pai”, comove-se Cláudio Jorge.
E ainda é possível vê-lo dando uma de ator em filmes como “Noel – Poeta da Vila” e “Alfavela”. Mais uma reinvenção. “Estou cada vez mais jovem”, bate no peito, para depois relativizar: “Sou o leão da Metro: dois urros e o resto é fita”.
Constatando sua memória perfeita e o amor pelos quatro netos e um bisneto, dá para arriscar que a tal viagem metafórica para o Japão ainda vai levar tempo para acontecer.
Wilson Das Neves participou de discos predominantemente instrumentais que se tornaram tesouros em sebos. Um deles, “Os Ipanemas” (1964), foi descoberto pelos moderninhos europeus do século 21 e tornou Das Neves cult na Inglaterra e na Holanda
“Eu toco bateria, não bato. Meu instrumento não apanha”
“Sou Império Serrano neste mundo e no outro”
“Sou o leão da Metro: dois urros e o resto é fita”
“Agora eu quero o Oscar”

LUIZ FERNANDO VIANNA.

 OUVIR! Wilson das Neves – Samba Tropi (Até ai morreu Neves) – 1970

 

wilson das nevesverso

A1 Na Na Hey Hey Kiss Him Goodbye
A2 Essa Moça… Tá Diferente
A3 Sarro
A4 Vênus
A5 Repouso
A6 Raindrops Keep Fallin’ On My Head
B1 Cloud Nine
B2 Feira
B3 Evil Ways
B4 Moeda, Reza E Cor
B5 Bebete Vãobora
B6 Come Together

 

Nossos músicos:

Dom Salvador, piano

Geraldinho e Meneze, guitarra

Zé Roberto, orgão

Maciel I, Maciel II e João Luiz, trombones

Mozart e Wagner, trompetes

Paulo, tuba

Jorginho, sax alto

Sergio, baixo

Hermes, Alberto e Garim, percussões

Os Diagonais, vocais

Wilson das Neves, bateria

 

Excelente audição!

Saioravá!

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